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Redes sociais para escritórios de advocacia: saiba como utilizá-las

Já não é segredo para ninguém que a internet se tornou indispensável no marketing de uma empresa. Mas saber usar corretamente as redes sociais para escritórios de advocacia, pode ser um grande desafio, não é mesmo?

O assunto se torna ainda mais importante e interessante, se considerarmos alguns números que mostram como nós brasileiros utilizamos as redes sociais. Comparado com países da América Latina, somos o que mais passa tempo conectado nessas mídias.

Se aumentarmos a comparação para o mundo todo, ficamos em segundo lugar, perdendo apenas para as Filipinas, e deixando o Japão em terceiro. A pesquisa é da GlobalWebIndex, e revela que esses números aumentaram mais de 60% nos últimos anos.

Por outro lado, é conhecido, no setor jurídico, o Código de Ética e Disciplina, que prevê que os escritórios de advocacia, ou mesmo os profissionais liberais da área, não podem fazer marketing e publicidade para fins comerciais.

Acontece que isso confunde muita gente, mas na verdade, não impede toda e qualquer ação de divulgação. No fundo, qualquer negócio constituído que representa uma marca, pode e deve ser bem representado, especialmente na internet.

Aliás, o marketing digital está aí para provar que é possível fortalecer o nome da marca sem fazer qualquer tipo de apelo comercial, por meio do inbound e do marketing de conteúdo, que consistem em criar conteúdos originais e relevantes, que engajem o público.

Para deixar ainda mais claro, o Código de Ética da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) diz o seguinte no seu capítulo quarto, artigo vinte e oito, em “Da Publicidade”:

O advogado pode anunciar os seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em conjunto com outra atividade.

Ao falar sobre anunciar os serviços “com discrição e moderação”, a passagem não exclui o que hoje chamamos de marketing de conteúdo, que geralmente é praticado por meio de blogs, mas que também podem, e devem, ser usados nas redes sociais.

Daí surge a decisão de gerar conteúdo para blog, que traz dicas práticas (acompanhadas do auxílio dos devidos conceitos) para ajudar qualquer profissional da área a fazer uma boa atuação nas mídias sociais, com uma visão que vai além do superficial.

Também iremos te mostrar como deve ser feita a contratação de uma agência de marketing e de serviços da área, para desempenhar essa função profissionalmente. Então, para não ficar de fora desse universo cheio de vantagens, basta seguir a leitura.

Como e por que utilizar as redes sociais?

Atualmente é difícil encontrar uma pessoa que use internet e que nunca tenha se cadastrado em pelo menos uma rede social. Contudo, o olhar do usuário de uma mídia assim e o do profissional da área podem mudar consideravelmente.

Talvez, alguém que trabalhe com empresas de pintura industrial, tenha achado coincidência o fato de aparecerem algumas propagandas e banners, justamente sobre pintura, quando ele está logado nas redes.

Na verdade, foi intencional e muito bem programado. Apesar de não terem sido criadas com essa finalidade, essas plataformas estão cada dia mais intuitivas, e têm evoluído em termos de assertividade e eficiência comercial, se tornando uma grande aliada.

Então isso cai em contradição com o que foi dito acima, sobre o Código de Ética da OAB? Não! E por uma razão muito simples: você é quem decide que tipo de conteúdo será disseminado em suas redes sociais, podendo evitar anúncios apelativos.

Por esse motivo, a maioria das redes sociais permite um crescimento orgânico, o que significa que você não é obrigado a fazer anúncios e pagar para crescer ou impulsionar seus conteúdos. Aliás, esta é uma das suas principais vantagens.

O inbound marketing, é o que chamamos de prospecção passiva, que consiste em disseminar um conteúdo relevante para que os clientes cheguem até você. O oposto é o outbound, que faz prospecção ativa e lida com as famosas “promoções arrasadoras”.

Além disso, é preciso levar em consideração as etapas do funil de vendas. Um negócio de encadernação capa dura, por exemplo, pode usar as redes para potencializar toda a sua jornada de vendas, desde a geração de leads, até a conversão do cliente.

No caso da advocacia, as redes sociais vão ser utilizadas apenas para as primeiras etapas. Isto é, somente com a geração de leads e oportunidades. O que além de fortalecer a marca, permite uma segmentação com cada cliente em potencial.

Sobre cada mídia e seu planejamento

Não há exagero nenhum em dizer que existem redes sociais “para todos os tipos e gostos”, contudo, isso que pode parecer uma vantagem, esconde certa armadilha para as empresas.

Se uma imobiliária quer alugar uma sala de reunião por hora, será que faz sentido marcar presença em todas as redes, de maneira indiscriminada? Além do mais, marcar presença consiste apenas em copiar e colar o conteúdo de uma rede social para a outra?

As duas perguntas são extremamente importantes, e as respostas para elas são negativas. Não, não é preciso marcar presença em todas as redes, e também não basta apenas copiar e colar posts entre elas. Isso vale para imobiliárias, escritórios de advocacia ou mesmo para influenciadores digitais.

Portanto, o primeiro passo para os escritórios que estão começando sua inserção nesse universo digital, é fazer uma pesquisa de mercado para compreender quais redes têm mais relevância para o seu negócio, focando, por exemplo, na atuação da concorrência.

As principais que têm trazido possibilidades incríveis à área são:

  • Facebook: focada em textos e links;

  • Instagram: focada em fotos e lives;

  • YouTube: um vlog focado em vídeos;

  • LinkedIn: rede com foco corporativo.

Outro passo fundamental é o planejamento. Se você segue um canal de auto peças nacional, e adora o conteúdo, tenha certeza de que existe toda uma curadoria e uma agenda editorial por trás daquele trabalho, ou mesmo uma agência de marketing.

A verdade é que o público aprende a esperar por seus conteúdos, portanto é preciso que haja uma frequência. Além disso, não se cria um post poucas horas antes de publicá-lo, é preciso ter material com semanas ou meses de antecedência.

Facebook e Instagram: conteúdos que atraem

O modo mais eficiente de crescer nas redes é elaborando conteúdos esclarecedores, como post-listas do tipo “10 dicas sobre…”. Isso promove discussões e abre espaço para conteúdos mais densos, o que faz ainda mais sentido no marketing jurídico.

De fato, descrever o funcionamento de um produto como letra caixa fachada pode ser consideravelmente mais simples do que lidar, por exemplo, com direito tributarista. No Facebook, um modo de crescer rápido é levar isso em conta.

Para quem está começando sua inserção nele, um grande conselho é aproveitar conteúdos do blog da empresa, sempre tornando os textos mais curtos e fáceis de ler. Se o artigo já tem esse formato, basta fazer um post-link, que encaminhe para o blog.

Já no Instagram o desafio é um pouco maior, pois a rede não permite utilizar links ativos nos posts (somente no campo da bio, e nos stories, cumpridas algumas exigências). Contudo, seria um erro supor que essa mídia é relevante para advogados.

Imagine um médico fazendo uma live sobre exames médicos demissionais com alguma autoridade do assunto, isso não vai atrair a atenção do seu público? Com a advocacia é igual, e parcerias desse tipo podem aumentar e muito a autoridade da sua marca.

Nos dois casos, outro fator indispensável é o da interação com o público, que no fundo é a essência de qualquer rede social. Não adianta nada gerar os melhores conteúdos se o seu público não estiver engajado e não interagir com você.

Outras redes e automação dos processos

Quem ainda não se adaptou às redes sociais, precisa correr atrás do tempo perdido, pois hoje há influenciadores digitais que postam vídeos diários, até mesmo vários por dia. E se engana quem pensa que as empresas não fazem o mesmo.

Uma rápida pesquisa sobre a licença Ibama pode revelar que há pessoas falando, literalmente, sobre todo o tipo de assunto. Por isso, seu escritório ou sua marca de advocacia não podem ficar de fora.

Uma dica de ouro para iniciar no YouTube é adaptar seus conteúdos mais densos e já testados, transformando-os em script de vídeo. Assim, você não investe na produção de qualquer assunto, e terá um engajamento garantido.

Já o LinkedIn, que é focado no universo corporativo, também não deve ser limitado apenas às relações B2B, pois há muita pessoa física por lá também precisando de ajuda e de conteúdos do universo jurídico, principalmente em questões trabalhistas.

Além das próprias empresas, como por exemplo um negócio na área de refeição para empresa que pode estar precisando de consultorias jurídicas para saber como ampliar seu negócio.

Em todos esses casos, além da ajuda de um escritório de marketing, é bom contar com a tecnologia, que hoje atua por meio de automação de todos esses processos descritos aqui, como no caso do RD Station, que é o maior Sistema de Automação de Marketing do país.

Com isto, fica claro que as redes sociais podem ajudar e muito na construção de uma marca jurídica no meio digital, trazendo vantagens em curto, médio e longo prazo, quando é feito uma ação de marketing digital bem estruturada.

Esse texto foi originalmente desenvolvido em co-marketing pela equipe da Dgtalmente.7 e do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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